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O treinador Artur Jorge negou que sua saída do Botafogo tenha sido motivada por questões financeiras e detalhou como era o convívio com John Textor.
Após encerrar uma passagem histórica pelo Botafogo, marcada pelas conquistas do Campeonato Brasileiro e da Libertadores, o técnico Artur Jorge voltou a abordar os motivos que levaram ao fim de seu ciclo no clube carioca. Em declarações recentes, o treinador português buscou encerrar especulações sobre sua saída, reforçando que o processo de transição foi pautado por escolhas profissionais e não por divergências salariais.
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O comandante explicou que o termo "valorização", frequentemente citado em entrevistas anteriores, foi mal interpretado pelo público e pela imprensa. Segundo ele, o desejo de crescimento estava atrelado ao projeto esportivo e à estrutura de trabalho, distanciando-se de qualquer pauta puramente financeira. O técnico enfatizou que prefere manter o foco nas conquistas inéditas alcançadas durante a temporada de 2024, que elevaram o patamar do Alvinegro no cenário continental.
209 pontos conquistados por 2 torcedores no FutNet News.
Um dos pontos de maior curiosidade entre os torcedores era o convívio com John Textor, proprietário da SAF do Botafogo. O treinador foi enfático ao declarar que nunca enfrentou dificuldades no relacionamento com o empresário norte-americano. Ele descreveu o contato como frequente e focado estritamente no desenvolvimento do clube.
De acordo com o relato do técnico, as conversas com a diretoria sempre foram pautadas pela clareza e pelo respeito mútuo entre as partes. Ele destacou que, embora Textor seja um dirigente exigente, a colaboração para que as metas técnicas fossem atingidas sempre prevaleceu, facilitando o dia a dia no Estádio Nilton Santos.
Ao olhar para trás, o português prefere preservar a memória dos títulos conquistados. Ele acredita que a torcida guarda com carinho o trabalho realizado, que culminou em troféus importantes para a galeria do clube. A saída, segundo o profissional, faz parte do ciclo natural do futebol, e ele garante não carregar ressentimentos sobre o período em que esteve à frente da equipe.
Após deixar o Rio de Janeiro, o treinador teve uma passagem pelo Al-Rayyan, no Catar, onde comandou o elenco em 48 partidas entre o início de 2025 e o primeiro trimestre de 2026. A experiência internacional serviu como uma nova etapa em sua carreira, antes de retornar ao futebol brasileiro para assumir novos desafios profissionais.
O treinador reforçou que a divisão de tarefas entre a comissão técnica e a gestão da SAF sempre foi muito bem definida. Essa clareza na comunicação, segundo ele, foi fundamental para que o trabalho fluísse sem ruídos internos. O respeito às funções de cada um permitiu que o Botafogo mantivesse um nível competitivo elevado durante todo o período de sua gestão.
O sucesso do Botafogo sob o comando de Artur Jorge consolidou uma era de otimismo entre os torcedores. O técnico finalizou suas declarações reiterando que o encerramento do ciclo não apaga a história construída. O foco agora, tanto para o clube quanto para o profissional, segue voltado para os próximos objetivos esportivos em suas respectivas caminhadas no futebol.
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