Viña inicia ciclo no Cruzeiro e elogia estrutura da Toca
Novo lateral-esquerdo do Cruzeiro, Matías Viña foi apresentado, agradeceu o apoio da torcida e relatou boa impressão dos primeiros treinos com Arthur Jorge.
Matías Viña começou oficialmente sua passagem pelo Cruzeiro com uma mensagem de confiança no ambiente encontrado na Toca da Raposa. Apresentado nesta terça-feira, o lateral-esquerdo uruguaio destacou a estrutura do centro de treinamento, a organização interna e a recepção recebida desde que chegou ao clube. A entrevista marcou o primeiro contato público do jogador como atleta celeste.
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Fabrício BrunoTitular
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FagnerTitular
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Gabriel RojasTitular
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GersonTitular
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João MarceloTitular
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Kaio JorgeTitular
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Keny ArroyoTitular
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Lucas RomeroTitular
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Matheus HenriqueTitular
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Matheus PereiraTitular
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Otávio CostaTitular
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João CostaEntrou durante o jogo
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Lucas SilvaEntrou durante o jogo
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Luciano RodríguezEntrou durante o jogo
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WesleyEntrou durante o jogo
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Zé LucasEntrou durante o jogo
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O novo camisa 6 já está regularizado no Boletim Informativo Diário (BID) da Confederação Brasileira de Futebol. Com a documentação liberada, ele poderá ser utilizado por Arthur Jorge quando a comissão técnica entender que o jogador está pronto para entrar em campo. A regularização, portanto, deixa Viña à disposição, mas não representa confirmação de estreia ou de presença em uma partida específica.
O uruguaio está no terceiro dia de atividades com o elenco. Nesse período inicial, participou dos treinamentos e começou a conhecer de forma mais próxima os companheiros, os funcionários e a metodologia de trabalho do clube. A preparação física, a adaptação ao modelo do treinador e a disputa pela posição serão considerados antes da definição sobre seus primeiros minutos pelo Cruzeiro.
Torcida teve papel na chegada do lateral
Viña também fez questão de mencionar o contato com os torcedores. Segundo o lateral, as mensagens recebidas desde o anúncio de sua chegada contribuíram para que ele se sentisse acolhido antes mesmo de atuar pela equipe. O jogador agradeceu o apoio e afirmou estar feliz com o início da nova etapa.
“Primeiramente, estou muito feliz de estar aqui. Desde o primeiro momento que cheguei, a torcida, por mensagem, já me abraçou muito. Agradeço a eles também”, declarou o uruguaio durante a apresentação.
A relação inicial com o grupo foi descrita de maneira igualmente positiva. Viña afirmou que encontrou um ambiente receptivo entre os atletas, a comissão técnica e os profissionais que trabalham diariamente na Toca da Raposa. Para um jogador recém-integrado, esse primeiro contato ajuda a acelerar a adaptação à rotina do clube e às exigências do novo elenco.
“Já são três dias aqui no clube e me impressionou muito o CT, a organização que existe dentro do clube. Quero agradecer aos companheiros, ao staff e a todo mundo que trabalha aqui no CT pela recepção. Desde o primeiro momento, me trataram como um de vocês”, disse o lateral.
Os elogios se concentraram nas condições oferecidas para o trabalho. Viña citou tanto a estrutura física quanto a maneira como foi recebido pelas pessoas envolvidas no cotidiano do Cruzeiro. Ainda que esteja há poucos dias no clube, ele relatou ter encontrado conforto para iniciar o processo de integração ao elenco.
Viña amplia disputa pelo lado esquerdo
A contratação do uruguaio acrescenta uma alternativa a um setor que ainda busca estabelecer um titular. Viña terá Gabriel Rojas e Villalba como concorrentes diretos pela lateral esquerda. A posição ganhou espaço no planejamento do Cruzeiro após a saída de Kaiki, jovem formado nas categorias de base do clube e negociado com o Como, da Itália, na última janela de transferências.
Com a mudança no elenco, a equipe passou a contar com novas opções para organizar o corredor esquerdo. O setor exige participação em diferentes momentos do jogo, desde a proteção defensiva até o apoio às jogadas de ataque. A presença de Viña oferece ao treinador mais uma possibilidade para montar a equipe e administrar a concorrência durante a temporada.
O uruguaio também chega com experiência acumulada em clubes de diferentes contextos e com passagem anterior pelo futebol brasileiro, defendendo o Palmeiras. Essa familiaridade com o país pode ajudar no processo de adaptação, embora o jogador ainda precise demonstrar, nos treinos, a condição para conquistar espaço na formação de Arthur Jorge.
A disputa interna não está definida. Viña terá de competir com Rojas e Villalba no trabalho diário, enquanto a comissão técnica avaliará características, rendimento e momento físico de cada atleta. A regularização amplia as possibilidades de escolha, mas a decisão sobre a utilização continuará ligada aos critérios esportivos do treinador.
Primeiras conversas com Arthur Jorge
Outro ponto abordado na apresentação foi o relacionamento com Arthur Jorge. Viña contou que não conhecia pessoalmente o comandante antes de chegar ao Cruzeiro, mas acompanhava o trabalho desenvolvido pelo português no Botafogo durante o período em que ainda estava no Brasil.
O lateral relatou que os primeiros diálogos ocorreram logo no início de sua passagem pelo clube. A impressão deixada pelos treinamentos e pela forma de condução do técnico foi positiva, segundo o jogador. Esse contato inicial será importante para que Viña compreenda as funções esperadas no sistema da equipe.
“Sinceramente, me surpreendi muito com a estrutura do clube e também com o ambiente para trabalhar. Eu não conhecia o Arthur. Sabia do momento que ele havia vivido no Botafogo, porque eu estava aqui no Brasil”, afirmou.
Na sequência, Viña explicou que se sentiu confortável nas primeiras atividades. “Mas, no primeiro dia, já comecei a conversar algumas coisas com ele. Me senti muito confortável com os treinos, com os companheiros e com tudo. Como falei, estou muito feliz de estar aqui”, completou.
O início no Cruzeiro, portanto, reúne três elementos práticos: documentação regularizada, integração ainda recente ao elenco e uma posição aberta à concorrência. Viña agora seguirá trabalhando na Toca da Raposa para transformar a boa impressão dos primeiros dias em oportunidade dentro de campo. A definição caberá a Arthur Jorge, que terá de decidir quando o lateral estará preparado para ser relacionado e como ele será utilizado na disputa pelo lado esquerdo.