Suspeita de manipulação no Fluminense: CBF investiga cartão de Lucho Acosta
A CBF apura movimentações atípicas de apostas envolvendo um cartão amarelo recebido por Lucho Acosta em partida do Fluminense pelo Campeonato Brasileiro.
O cenário nos bastidores do Fluminense ganhou um capítulo de preocupação após a revelação de uma investigação conduzida pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O caso envolve o meio-campista Lucho Acosta e um alerta de movimentações atípicas de apostas relacionadas a uma punição disciplinar ocorrida durante um confronto do Campeonato Brasileiro.
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2 × 0 Copa Libertadores
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FábioTitular
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Média7,3
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Média7,5
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Média7,2
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Média8,8
NonatoTitular
Média7,8
RenêTitular
Média6,5
Thiago SilvaTitular
Média8,7
Yeferson SoteldoTitular
Média6,3
Germán CanoEntrou durante o jogo
Média6,3
Guilherme AranaEntrou durante o jogo
Média6,3
HérculesEntrou durante o jogo
Média7,3
Jefferson SavarinoEntrou durante o jogo
Média6,5
Luciano AcostaEntrou durante o jogo
Média7,2
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Tudo começou após a partida entre o Fluminense e o Red Bull Bragantino, realizada no dia 17 de julho. A casa de apostas Stake identificou um volume incomum de palpites focados especificamente em um cartão amarelo para o jogador argentino. Diante da anomalia, a empresa acionou a Sportradar, companhia parceira da FIFA no monitoramento de integridade esportiva, que repassou o alerta para as autoridades competentes.
A posição da CBF e das autoridades
Em nota oficial, a CBF confirmou o recebimento do relatório e destacou que seguiu seus protocolos internos. Em um prazo inferior a 72 horas, o alerta foi compartilhado com a Polícia Federal, o Ministério Público do Rio de Janeiro e os órgãos disciplinares do esporte, incluindo o STJD. A entidade máxima do futebol brasileiro enfatizou que aguarda um relatório circunstanciado da FIFA para prosseguir com a apuração, mantendo a cautela necessária diante da gravidade da denúncia.
Contexto da partida e o lance polêmico
O cartão amarelo em questão foi aplicado aos 47 minutos do segundo tempo, durante uma confusão generalizada em campo. O árbitro Davi de Oliveira Lacerda registrou na súmula que a punição foi motivada por "desrespeito ao jogo", após o atleta se envolver em um empurra-empurra com jogadores do Bragantino fora da disputa de bola. O tumulto interrompeu o confronto por cerca de cinco minutos e resultou em diversas sanções disciplinares para ambos os lados.
O Fluminense informou que teve acesso à notificação de forma sigilosa e reforçou que Lucho Acosta nega qualquer envolvimento com irregularidades ou esquemas de apostas. O clube tricolor, que busca estabilidade na temporada, acompanha o desenrolar das investigações para definir os próximos passos jurídicos e administrativos.
Este episódio traz um alerta importante para o futebol brasileiro, que tem enfrentado desafios constantes para garantir a integridade das competições. Caso as suspeitas sejam confirmadas, o impacto pode ser severo, afetando não apenas a carreira do atleta, mas também a imagem do clube e a credibilidade do Brasileirão. A expectativa agora gira em torno dos documentos que a FIFA deve enviar à CBF, que servirão como base para determinar se houve, de fato, uma tentativa de manipulação ou se o volume de apostas foi apenas uma coincidência estatística.