Uma pergunta sobre o possível aproveitamento de Marino Hinestroza no Vasco provocou uma reação de Lucas Pedrosa durante uma live no Canal do Pedrosa, no YouTube. O trecho da transmissão foi publicado nas redes sociais e passou a ser compartilhado por torcedores, que discutiram a ideia apresentada e o momento vivido pelo atacante colombiano em São Januário.
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Facundo ColidioEntrou durante o jogo
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Marino HinestrozaEntrou durante o jogo
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Nuno MoreiraEntrou durante o jogo
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R. de Souza BarrosEntrou durante o jogo
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Riquelme AvellarEntrou durante o jogo
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A sugestão partiu de um torcedor e envolvia uma mudança na função de Marino dentro do sistema ofensivo. A proposta fazia referência ao papel desempenhado por Dembélé no Paris Saint-Germain, com uma formação sem centroavante fixo e a utilização do jogador para atacar os espaços em profundidade. A pergunta gerou alguns segundos de silêncio antes da reação do jornalista.
O episódio ganhou circulação no X, antigo Twitter, depois que o perfil Planeta do Futebol publicou o recorte da live em 26 de agosto de 2026. A publicação reuniu comentários de torcedores com opiniões diferentes sobre a possibilidade de o Vasco experimentar Hinestroza em uma tarefa distinta daquela para a qual foi contratado.
Marino ainda procura espaço
Desde que chegou ao Vasco, Marino Hinestroza encontra dificuldades para conquistar uma presença mais constante na equipe. O colombiano foi contratado por US$ 5 milhões, valor estimado em aproximadamente R$ 30 milhões no momento apresentado pela fonte. A negociação teve reviravoltas, mas terminou celebrada pela diretoria e pelos torcedores do clube.
A expectativa criada pela contratação aumentou a cobrança sobre o desempenho do atacante. Até o momento descrito na reportagem, Marino ainda não conseguiu transformar a chegada cercada de expectativa em uma sequência capaz de consolidá-lo no time. A dificuldade para se firmar aparece justamente quando o Vasco tenta encontrar respostas para o funcionamento de seu lado direito.
As atuações do colombiano não agradaram aos torcedores. A avaliação negativa foi acompanhada de um dado importante: Hinestroza ainda não havia marcado gols nem distribuído assistências pelo clube. Sem participação direta em gols, o jogador passou a ser questionado pelo rendimento e pela contribuição oferecida ao setor ofensivo.
Vasco busca solução pela direita
A necessidade de encontrar alternativas para a ponta direita ajuda a explicar por que a possibilidade de uma nova função para Marino chamou atenção. O Vasco contratou o atacante com a expectativa de obter um jogador capaz de oferecer maior potência física pelo lado do campo. A ideia era preencher uma lacuna identificada no elenco após uma perda importante para a equipe.
O clube esperava que Hinestroza apresentasse rendimento mais consistente no setor. A cobrança se tornou maior porque Nuno Moreira também atua pela ponta direita, mas atravessa, em 2026, uma temporada abaixo do nível demonstrado no ano anterior. Em 2025, o português havia se destacado como um dos principais jogadores do elenco, segundo as informações disponíveis.
A queda de rendimento de Nuno aumentou a necessidade de o Vasco encontrar uma alternativa confiável para a posição. Marino apareceu como uma das respostas planejadas pela diretoria, mas ainda não conseguiu ocupar esse espaço de maneira definitiva. A situação mantém aberta a discussão sobre o melhor uso do colombiano e sobre o tipo de participação que ele pode oferecer.
Contratação teve função definida
Após a saída de Rayan, o Vasco estabeleceu como objetivo contratar dois jogadores para compensar a perda no ataque. O planejamento previa perfis diferentes para o setor ofensivo. Um deles deveria atuar pelos lados com mais força e potência física, característica associada ao colombiano Marino Hinestroza.
O segundo reforço buscaria oferecer mais mobilidade e participação na construção das jogadas. Essa função ficou com Brenner, contratado dentro da mesma tentativa de reorganizar o ataque. A divisão de responsabilidades indicava que Marino e Brenner chegariam para cumprir tarefas distintas, ainda que ambos fizessem parte da estratégia de reposição do elenco.
A sugestão apresentada na live, portanto, propõe uma mudança em relação ao plano inicial. Em vez de atuar apenas como um atacante de lado com potência física, Marino seria utilizado em uma dinâmica sem centroavante fixo, tendo como uma das tarefas principais atacar a profundidade. A comparação com Dembélé no PSG serviu como referência para a ideia do torcedor, não como indicação de que o Vasco tenha decidido adotar esse modelo.
Torcedores discutem alternativa
A reação de Lucas Pedrosa contribuiu para que o recorte se espalhasse nas redes sociais. O jornalista não apresentou, no material divulgado, uma confirmação de que a comissão técnica do Vasco esteja estudando a mudança de função. O que houve foi a repercussão de uma pergunta feita durante a transmissão e das interpretações dos torcedores após a publicação do vídeo.
As manifestações nas redes refletem a procura por soluções para um jogador que ainda não atingiu o rendimento esperado. A ausência de gols e assistências, somada à dificuldade para conquistar espaço, alimenta o debate sobre a maneira como Marino pode ser aproveitado. A discussão também está ligada ao desempenho coletivo do setor, especialmente pela necessidade de preencher a ponta direita.
O caso mostra como uma possibilidade levantada em uma transmissão pode ganhar força rapidamente quando envolve um atleta contratado por um valor elevado e uma posição considerada carente. A comparação com um jogador do PSG tornou a pergunta mais chamativa, mas não altera os fatos conhecidos sobre o colombiano: ele foi contratado para atuar com potência pelo lado, ainda busca afirmação e não participou diretamente de gols no período relatado.
Pressão aumenta sobre Hinestroza
Para Marino, o desafio é transformar a expectativa criada pela contratação em desempenho dentro de campo. O colombiano chegou ao Vasco depois de uma negociação que mobilizou diretoria e torcida, mas as atuações posteriores não corresponderam ao entusiasmo inicial. A falta de gols e assistências tornou mais visível a distância entre o investimento realizado e o retorno apresentado até aqui.
O momento também coloca em evidência as escolhas do elenco para 2026. Nuno Moreira, que havia sido um dos destaques vascaínos em 2025, vive uma temporada inferior à anterior. Marino, escolhido para ajudar a preencher a lacuna na direita, ainda não se firmou. Brenner foi contratado para acrescentar mobilidade e construção ao ataque, mas a fonte não informa números ou desempenho específico do jogador.
Sem confirmação de uma alteração tática, a ideia divulgada na live permanece como uma sugestão de torcedor. A repercussão, contudo, revela a expectativa por uma resposta do Vasco para o setor ofensivo. O debate sobre Marino ganhou espaço porque o clube precisa encontrar uma forma de aproveitar melhor um atacante que custou US$ 5 milhões e ainda não conseguiu entregar gols ou assistências.
Até o momento, o material disponível não informa se o técnico do Vasco pretende testar Hinestroza na função mencionada, nem registra uma declaração oficial do clube sobre o assunto. Também não há indicação, na fonte, de próximos jogos, escalação definida ou decisão da comissão técnica relacionada ao colombiano. O que está confirmado é a viralização da reação de Lucas Pedrosa e a permanência das dúvidas sobre o papel de Marino no time.