O Fluminense de Marcão encerrou o recorte inicial do treinador com uma base de escalação mais definida. Em nove partidas sob o comando da comissão técnica, Fábio foi o único jogador a começar todos os compromissos, enquanto Renê, Martinelli, Canobbio e Hulk estiveram entre os titulares em oito ocasiões.
NOTAS DA TORCIDA
Avalie os jogadores na última partida
1 × 3 Brasileirão Série A
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Votação encerradaConfira abaixo as médias finais da torcida.
Agustín CanobbioTitular
Média8,4
FábioTitular
Média9,7
HulkTitular
Média9,1
Julián MillánTitular
Média7,6
Kevin SernaTitular
Média8,1
Luciano AcostaTitular
Média7,2
MartinelliTitular
Média9,4
NonatoTitular
Média7,5
RenêTitular
Média7,5
Samuel XavierTitular
Média6,8
Thiago SilvaTitular
Média9,1
GansoEntrou durante o jogo
Média8,1
HérculesEntrou durante o jogo
Média7,3
Julio FidelisEntrou durante o jogo
Média7,4
RiquelmeEntrou durante o jogo
Média7,1
Rodrigo CastilloEntrou durante o jogo
Média6,6
✓ Resultado final baseado em 224 voto(s) da torcida.
O levantamento, publicado inicialmente pelo Lance! e reproduzido pelo Nosso Flu, considera seis jogos do Campeonato Brasileiro e três da Libertadores. A amostra reúne, portanto, partidas de duas competições diferentes e mostra quais atletas tiveram maior continuidade durante o período.
A sequência também evidencia que Marcão precisou conciliar a manutenção de uma estrutura com mudanças pontuais. Lesões, preservações e a necessidade de administrar fisicamente o elenco interferiram nas escalações, mas não impediram a formação de um grupo recorrente entre os titulares.
Fábio é o único titular em todos os jogos
A presença de Fábio nas nove formações iniciais faz do goleiro o principal ponto de estabilidade do time desde a chegada de Marcão. A regularidade no gol supera a dos demais jogadores analisados e indica que o treinador manteve a posição sem alterações ao longo dos nove compromissos.
Renê, Martinelli, Canobbio e Hulk aparecem logo atrás, cada um com oito partidas iniciadas. O quarteto ficou fora da escalação inicial em apenas uma oportunidade dentro do recorte, formando o núcleo mais constante depois do goleiro.
Os números não significam que o Fluminense tenha repetido sempre a mesma equipe. A distribuição das participações aponta para uma espinha dorsal, mas também confirma o uso de alternativas conforme as circunstâncias de cada partida. Essa combinação foi necessária em uma sequência que incluiu confrontos nacionais e jogos da principal competição continental.
Hulk se destaca também no ataque
Entre os nomes mais frequentes, Hulk foi o jogador com maior impacto direto no resultado das partidas. O atacante disputou oito jogos no período e terminou a sequência com seis gols e três assistências.
Ao todo, foram nove participações diretas em gols sob o comando de Marcão. O desempenho ofensivo amplia a importância do jogador na base escolhida pelo treinador: além de aparecer em oito escalações iniciais, Hulk foi responsável por parte significativa da produção ofensiva da equipe.
O recorte inclui os confrontos contra o Platense pelas quartas de final da Libertadores e a vitória por 3 a 1 sobre o Corinthians, na Neo Química Arena. Na partida diante do time paulista, o atacante marcou dois gols.
A combinação entre frequência e produtividade ajuda a explicar a presença de Hulk entre os jogadores mais utilizados. Mesmo em um calendário dividido entre o Brasileiro e a Libertadores, o atacante permaneceu como uma das referências do time de Marcão.
Ganso esteve em todos os compromissos
A participação de Ganso foi ainda mais ampla quando considerados os minutos e as entradas durante as partidas. O meia esteve nos nove jogos da comissão técnica, mas começou sete deles como titular. Nos outros dois, foi acionado no decorrer dos confrontos.
O dado diferencia a presença total da condição de titular. Ganso não iniciou todos os compromissos, mas foi aproveitado em todas as partidas, mantendo-se como uma opção constante para o setor de criação do Fluminense.
Kevin Serna teve uma utilização semelhante em frequência, embora com papel diferente. O colombiano começou somente dois jogos, porém entrou no decorrer dos outros sete. Assim, também participou de todos os nove compromissos dirigidos por Marcão.
A distribuição indica que Serna foi utilizado principalmente como alternativa durante os duelos. Sua presença a partir do banco ofereceu ao treinador uma possibilidade de modificar as características do ataque sem necessariamente iniciar as partidas com o jogador.
Lucho Acosta aparece entre as opções recorrentes
Lucho Acosta participou de oito dos nove jogos do período, mas foi titular em apenas duas oportunidades. O argentino, portanto, teve presença frequente no grupo, ainda que sua utilização tenha ocorrido majoritariamente ao longo das partidas.
O cenário reúne diferentes níveis de importância na formação. Fábio representa a continuidade absoluta entre os titulares; Renê, Martinelli, Canobbio e Hulk formam o grupo mais próximo dessa marca; Ganso esteve em todos os jogos, alternando a posição inicial com entradas no segundo momento; e Serna e Lucho foram alternativas recorrentes.
Com a pausa da Data Fifa, Marcão passou a ter um intervalo para recuperar jogadores e ajustar a equipe antes da retomada da temporada. A sequência de nove partidas já oferece ao treinador uma referência de escalação, mas os próprios dados mostram que a rotação continua presente no planejamento.
Na prática, o Fluminense chega à continuidade do Brasileiro e da Libertadores com uma base identificável e opções que foram testadas em diferentes funções. A manutenção dos jogadores mais frequentes, especialmente no setor defensivo e no ataque, divide espaço com o aproveitamento de atletas que ganharam importância ao longo dos jogos, como Ganso, Serna e Lucho Acosta.