O São Paulo terá de equilibrar uma boa notícia no ataque com novas incertezas na defesa diante do Cruzeiro, nesta quarta-feira (7), pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. Calleri está novamente disponível depois de cumprir suspensão no clássico contra o Santos, mas Dorival Júnior ainda trabalha com um elenco reduzido por oito desfalques relacionados a problemas físicos.
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A volta do argentino recoloca uma referência conhecida no setor ofensivo e o coloca entre os favoritos para iniciar a partida no Mineirão. A escalação, porém, ainda não foi confirmada, e a principal disputa da formação projetada está no terceiro integrante da linha defensiva.
Retorno muda o ataque após o clássico
Calleri não participou da derrota por 2 a 1 para o Santos porque estava suspenso. Com a punição cumprida, o atacante fica novamente à disposição e pode reassumir o comando do ataque são-paulino no compromisso seguinte.
Nas projeções para o duelo, Artur aparece como parceiro do argentino. A dupla seria a principal alteração em relação ao time que esteve envolvido no San-São, embora a definição dependa da decisão final da comissão técnica antes do jogo.
O retorno acontece em um momento de poucas alternativas para Dorival. Os oito jogadores afastados por questões físicas limitam as possibilidades de mudança e tornam cada escolha mais relevante, especialmente em setores que precisam ser reorganizados para compensar as ausências.
Arboleda e Rafael Tolói aparecem como nomes mantidos na defesa. Para completar o trio de zagueiros, Osório e Sabino são as opções consideradas nas escalações prováveis divulgadas para a partida.
Uma das formações tem Coronel no gol, Arboleda, Tolói e Osório na zaga, Pedro Lima e Wendell ocupando os lados, Pablo Maia, Bobadilla e Pedro Ferreira no meio-campo, além de Artur e Calleri na frente.
Outra projeção indica a entrada de Sabino desde o início. Nesse desenho, a estrutura permanece praticamente igual: Coronel seria o goleiro; Arboleda, Tolói e Sabino formariam a defesa; Pedro Lima e Wendell atuariam pelos corredores; Pablo Maia, Bobadilla e Pedro Ferreira completariam o meio; e Artur e Calleri seriam os atacantes.
A divergência entre as duas possibilidades está concentrada principalmente na zaga. Sabino é apontado como uma alternativa para começar, mas Osório também permanece na disputa, sem confirmação sobre quem ocupará a vaga ao lado de Arboleda e Tolói.
Estrutura com três zagueiros deve continuar
Apesar da dúvida individual, as projeções convergem quanto ao desenho tático. O São Paulo deve manter o sistema com três zagueiros, dois jogadores pelos lados e um meio-campo formado por cinco atletas quando a equipe estiver organizada.
Pedro Lima e Wendell aparecem com a função de dar amplitude e participar da recomposição pelos corredores. No setor central, Pablo Maia e Bobadilla são tratados como opções importantes, enquanto Pedro Ferreira surge como o nome mais provável para completar o meio-campo.
Marcos Antônio também aparece entre as alternativas. A possível utilização do jogador está ligada à disputa por uma vaga no setor central, mas não altera necessariamente a estrutura geral que vem sendo considerada para o confronto.
A manutenção do esquema oferece ao treinador uma forma de preservar uma organização já projetada, mesmo com as limitações do elenco. Ao mesmo tempo, a ausência de oito jogadores por problemas físicos reduz a margem para ajustes durante a preparação e aumenta a importância da escolha dos titulares.
São Paulo tenta reagir no Mineirão
O confronto com o Cruzeiro será o primeiro compromisso do São Paulo depois do revés por 2 a 1 para o Santos. O resultado dá ao duelo um contexto de busca por reação, mas a preparação também é marcada pela necessidade de montar uma equipe competitiva com menos opções disponíveis.
Calleri representa o principal reforço interno para o ataque. Sua volta devolve ao time uma alternativa de referência na área e permite que Artur seja considerado novamente ao lado do argentino. A presença dos dois, entretanto, precisa ser combinada com uma formação defensiva capaz de lidar com as ausências.
Até a divulgação oficial, a base mais recorrente reúne Coronel; Arboleda, Rafael Tolói e um entre Osório e Sabino; Pedro Lima, Pablo Maia, Bobadilla, Pedro Ferreira e Wendell; Artur e Calleri. Marcos Antônio aparece como alternativa no meio-campo, enquanto a disputa pela última vaga da defesa concentra a principal pendência para o jogo no Mineirão.