Rogério Ceni terminou o amistoso entre Bahia e Fluminense insatisfeito com a arbitragem. Após a derrota por 2 a 0 no Maracanã, o técnico questionou decisões tomadas durante a partida e afirmou que a equipe baiana foi prejudicada em lances importantes do confronto.
As reclamações envolveram três jogadas. Ceni citou um possível pênalti que não teria sido marcado a favor do Bahia, um gol anulado ainda no primeiro tempo e a penalidade assinalada para o Fluminense na etapa final. O treinador também demonstrou descontentamento com a escolha de um árbitro do Rio de Janeiro para conduzir a partida no estádio do clube carioca.
Amistoso não teve auxílio do VAR
O jogo foi disputado sem o uso do VAR. Com isso, as decisões tomadas pela equipe de arbitragem em campo não puderam ser revisadas durante o duelo. A ausência da tecnologia aumentou o peso das contestações de Ceni, sobretudo porque os lances mencionados pelo técnico ocorreram em momentos considerados relevantes para o andamento da partida.
Em uma entrevista coletiva marcada pela irritação, o comandante do Bahia afirmou que o time foi “feito de otário”. A declaração resumiu a avaliação de Ceni sobre a sequência de decisões que, na visão dele, interferiu no desenvolvimento do amistoso. O treinador não apresentou, no material disponível, qualquer indicação de que os lances tenham sido revisados ou modificados posteriormente.
A crítica à arbitragem não se limitou ao pênalti marcado contra o Bahia. Ceni também apontou a anulação do gol no primeiro tempo e a falta de uma penalidade para sua equipe como episódios que deveriam ser analisados. Como não havia revisão eletrônica, prevaleceram as interpretações feitas no campo.
O Fluminense construiu a vitória por 2 a 0 depois do intervalo. Os dois gols do time carioca saíram no segundo tempo, resultado que encerrou o compromisso preparatório com vantagem dos mandantes. As informações disponíveis não detalham os autores dos gols nem descrevem as jogadas que originaram o placar.
Para o Bahia, o amistoso fazia parte da preparação para a sequência da temporada. Mesmo com caráter não oficial, a partida servia para a comissão técnica observar a equipe em situação de jogo e identificar aspectos a serem ajustados antes do retorno aos compromissos competitivos.
A manifestação de Ceni colocou a arbitragem no centro da repercussão após o apito final, mas o resultado também deixou ao Bahia a necessidade de separar a avaliação dos lances contestados da análise do desempenho coletivo. A partida terminou com derrota, e o clube precisará considerar tanto a produção apresentada quanto os erros que pretende corrigir na preparação.
O material disponível informa apenas que o Bahia volta suas atenções para o Campeonato Brasileiro. Não há confirmação, nas fontes analisadas, sobre a data do próximo compromisso, a posição do clube na tabela ou qualquer consequência disciplinar relacionada às declarações do treinador. Também não foram informadas mudanças nas decisões da arbitragem após o amistoso.