FRA
4
6
×
ING
FRA
4
×
6
×
ING
ESP
1
×
0
×
ARG
ATL
1
×
1
×
BAH
UCV
1
×
4
×
SAN
IND
2
×
2
×
VAS
COR
1
×
3
×
PAL
SÃO
1
×
2
×
ATH
INT
1
×
2
×
CRU
CHA
0
×
4
×
FLA
SPO
0
×
0
×
BRA
BOL
3
×
2
×
GRÊ
COR
3
×
0
×
REM
BOT
0
×
0
×
VIT
CUI
0
×
1
×
ATL
BOT
4
×
2
×
JUV
FER
0
×
0
×
MAR
SAN
0
×
1
×
FIG
ATH
2
×
0
×
INT
SAN
2
×
2
×
CHA
CON
1
×
1
×
ITA
VOL
1
×
4
×
ANÁ
VAS
1
×
1
×
MIR
CRI
0
×
0
×
NÁU
SÃO
3
×
4
×
CEA
CRU
4
×
0
×
BOT
BRU
1
×
0
×
ITU
YPI
1
×
0
×
BAR
BAH
1
×
1
×
COR
BRA
0
×
0
×
COR
LON
1
×
4
×
NOV
AMÉ
1
×
0
×
GOI
GRÊ
1
×
1
×
FLU
FLA
1
×
1
×
SÃO
CAX
1
×
2
×
BOT
REM
2
×
0
×
VIT
PAL
1
×
2
×
ATL
AMA
2
×
1
×
PAY
CRB
2
×
0
×
VIL
SPO
1
×
1
×
CUI
ATL
3
×
1
×
OPE
GUA
3
×
1
×
INT
FLO
1
×
1
×
MAR
JUV
1
×
0
×
AVA
PON
1
×
1
×
ATH
SAN
4
×
2
×
UCV
FOR
1
×
0
×
BOT
VAS
1
×
0
×
IND
MIR
2
×
1
×
REM
INT
1
×
1
×
FLA
BRA
1
×
0
×
SPO
FLU
0
×
0
×
BAH
VIT
0
×
4
×
PAL
GRÊ
0
×
1
×
BOL
COR
0
×
0
×
ATH
COR
0
×
1
×
CRU
VAS
0
×
0
×
FLU
ATL
0
×
0
×
JUV
SAN
0
×
0
×
REM
PAL
3
×
0
×
FOR
MIR
1
×
1
×
GRÊ
CHA
0
×
0
×
CRU
INT
2
×
0
×
COR
ATH
2
×
0
×
VIT
JUV
0
×
1
×
ATL
REM
0
×
1
×
SAN
CRU
2
×
0
×
CHA
GRÊ
1
×
0
×
MIR
FLU
1
×
3
×
VAS
FOR
3
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×
PAL
COR
2
×
1
×
INT
VIT
4
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0
×
ATH
OPE
1
×
3
×
SÃO
CEA
2
×
0
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PON
VIL
0
×
1
×
SPO
GRÊ
2
×
1
×
SÃO
FIG
2
×
2
×
FER
BOT
2
×
2
×
SAN
BOT
2
×
1
×
AMÉ
ATL
×
×
REM
ITU
2
×
0
×
BAR
INT
2
×
0
×
VOL
COR
2
×
1
×
CHA
BOT
1
×
2
×
FLU
ATH
2
×
0
×
CRI
CRU
3
×
1
×
MIR
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0
×
1
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JUV
NÁU
1
×
1
×
ATL
BAH
0
×
0
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VAS
PAL
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×
0
×
INT
YPI
4
×
1
×
FLO
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0
×
3
×
AMA
CUI
1
×
1
×
FOR
BRA
0
×
2
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COR
SAN
0
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2
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ATH
MAR
2
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1
×
BRU
ITA
0
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2
×
CAX
FLA
2
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×
VIT
GOI
2
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0
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LON
ANÁ
1
×
1
×
GUA
PAY
0
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1
×
CON
FLU
×
×
IND
AVA
×
×
CRB
PAL
×
×
CER
CRU
×
×
FLA
MIR
×
×
LDU
Clubes aprovam mudanças na arbitragem visando elevar o tempo de jogo efetivo nas Séries A e B, seguindo padrões internacionais para combater a cera.
O futebol brasileiro passará por uma transformação significativa em sua dinâmica a partir do próximo final de semana. Em reunião realizada na segunda-feira (10), os clubes das Séries A e B do Brasileirão oficializaram a adoção de novas diretrizes para a arbitragem. O objetivo central da iniciativa é reduzir a cera, coibir a demora excessiva em reinícios e aumentar o tempo de bola rolando, equiparando o torneio nacional aos padrões observados em competições internacionais de elite.
As mudanças aprovadas pela CBF incorporam conceitos aplicados com sucesso na última Copa do Mundo. Entre as medidas mais impactantes, destaca-se a regra que obriga um jogador de linha a deixar o gramado por um minuto sempre que o goleiro precisar de atendimento médico. A responsabilidade de escolher o atleta que sairá temporariamente será do capitão ou do treinador da equipe, uma estratégia desenhada para evitar interrupções prolongadas por simulações ou atendimentos desnecessários.
A entidade também estabeleceu cronogramas rigorosos para a reposição da bola. Os goleiros terão agora um limite máximo de oito segundos para recolocar a bola em jogo. Além disso, cobranças de laterais e tiros de meta deverão ser executadas em até cinco segundos. Outra alteração relevante foca nas substituições: o atleta que for sacado da partida terá o prazo de dez segundos para abandonar o campo, evitando a tradicional lentidão que ocorre no momento das trocas.
A aplicação das novas normas não se restringirá apenas aos campeonatos de pontos corridos. A CBF confirmou que as diretrizes serão adotadas a partir das quartas de final da Copa do Brasil. O Brasileirão Feminino A1 também seguirá as mesmas orientações, consolidando uma mudança de postura em diversas frentes do futebol nacional.
A decisão foi fundamentada em um estudo detalhado apresentado pela confederação. Os dados revelaram que, na atual temporada, o tempo médio de bola rolando no Brasileirão Série A foi de apenas 52min54s. O índice coloca o Brasil atrás das cinco principais ligas europeias e até mesmo da MLS, nos Estados Unidos. A MLS, por exemplo, registrou média de 57min12s, enquanto a Bundesliga atingiu 56min18s.
Embora a Fifa estabeleça o padrão ideal de 60 minutos, nenhuma das grandes ligas alcançou essa marca na última temporada. A expectativa da CBF é elevar a média brasileira para um patamar entre 57 e 58 minutos até o final deste ano. Para atingir esse objetivo a longo prazo, a entidade reconhece que será fundamental investir na capacitação técnica dos árbitros, visando maior uniformidade nas decisões.
Um ponto de atenção constante no futebol brasileiro é a discrepância de critérios entre os juízes. O levantamento da CBF apontou que, enquanto um árbitro da Série A marca, em média, 22,9 faltas por jogo, outro pode chegar a 32,6. Essa variação de quase dez faltas é considerada excessiva quando comparada à Premier League, onde a diferença entre o árbitro mais permissivo e o mais rigoroso é de apenas quatro faltas. A padronização desses critérios é vista como um passo essencial para a melhoria da qualidade do espetáculo.
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