O Botafogo anunciou uma nova ofensiva na disputa pelo controle da SAF ao acusar John Textor de ter simulado o pagamento de uma das parcelas do aporte financeiro previsto no acordo de acionistas firmado em 2022. Segundo o clube, o valor de R$ 100 milhões não teria sido efetivamente integralizado, caracterizando descumprimento contratual.
NOTAS DA TORCIDA
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0 × 0 Brasileirão Série A
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Álvaro MontoroTitular
Média9,0
Arthur CabralTitular
Média8,0
DaniloTitular
Média6,0
Gabriel BatistaTitular
Média10,0
HuguinhoTitular
Média10,0
Lucas MonzónTitular
Média9,0
Lucas VillalbaTitular
Média6,0
MarçalTitular
Média7,0
Nahuel FerraresiTitular
Média9,0
VitinhoTitular
Média10,0
Cristian MedinaEntrou durante o jogo
Média8,0
EdenilsonEntrou durante o jogo
Média7,0
Júnior SantosEntrou durante o jogo
Média7,0
Kadir BarriaEntrou durante o jogo
Média7,0
Mateo PonteEntrou durante o jogo
Média8,0
✓ Resultado final baseado em 15 voto(s) da torcida.
Com base nessa alegação, o clube acionou um mecanismo previsto no contrato, conhecido como bônus de subscrição, que, em sua interpretação, amplia sua participação acionária de 10% para 51%, reduzindo a fatia da Eagle Football para 49%. Caso essa tese prevaleça, o Botafogo associativo voltaria a ser o controlador da SAF.
A medida surge em meio ao impasse envolvendo a venda da participação da Eagle Football e às negociações conduzidas por Gabriel de Alba com potenciais investidores. Segundo a diretoria alvinegra, a suposta irregularidade no aporte justifica a adoção da cláusula contratual para proteger os interesses do clube.
O caso deve ser resolvido nas instâncias jurídicas e arbitrais previstas no acordo entre as partes. Até que haja uma definição, a disputa pelo controle da SAF promete aumentar a tensão entre o Botafogo e John Textor, com impactos diretos na gestão e no futuro administrativo do clube.