Em meio a uma semana marcada por trocas de farpas e notas oficiais entre Palmeiras e Flamengo, o técnico Abel Ferreira aproveitou a entrevista coletiva pós-jogo, após a vitória por 3 a 0 sobre o Fortaleza pela Copa do Brasil, para retomar um assunto que ainda incomoda o comandante alviverde: a arbitragem da final da Libertadores do ano passado.
NOTAS DA TORCIDA
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3 × 2 Copa Libertadores
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Votação encerradaConfira abaixo as médias finais da torcida.
Agustín GiayTitular
Média8,2
Alexander BarbozaTitular
Média6,5
Andreas PereiraTitular
Média8,0
Bruno FuchsTitular
Média6,7
Carlos MiguelTitular
Média9,2
Flaco LópezTitular
Média6,7
Jhon AriasTitular
Média7,8
Joaquín PiquerezTitular
Média7,2
Lucas EvangelistaTitular
Média7,2
Marlon FreitasTitular
Média7,8
MuriloTitular
Média7,2
Felipe AndersonEntrou durante o jogo
Média6,8
MauricioEntrou durante o jogo
Média6,8
Vitor RoqueEntrou durante o jogo
Média8,5
✓ Resultado final baseado em 84 voto(s) da torcida.
Para o treinador português, a decisão daquela competição continental permanece como um ponto de interrogação em sua passagem pelo clube. Abel voltou a questionar a não expulsão de Erick Pulgar em um lance específico contra Bruno Fuchs, reiterando que, enquanto estiver no comando técnico do Verdão, considerará o resultado daquela partida como um "asterisco" na história.
"A final da Libertadores do ano passado é um asterisco que não vou apagar enquanto estiver aqui", afirmou o técnico. Ele destacou que já confrontou a arbitragem sobre o lance, enfatizando que, embora erros humanos façam parte do futebol, o episódio em questão foi determinante para o desfecho do torneio.
Contexto e desdobramentos
O clima de tensão entre os clubes brasileiros cresceu nos últimos dias após o Palmeiras manifestar descontentamento com uma denúncia do STJD contra o atleta Maurício, por um lance envolvendo Cacá, do Vitória. O Flamengo rebateu as reclamações alviverdes citando lances anteriores que, na visão dos cariocas, teriam beneficiado o time paulista. Esse cenário de constante troca de acusações entre as diretorias reflete a alta competitividade do futebol nacional, onde cada decisão da arbitragem é amplificada pelo ambiente das redes sociais.
Além das polêmicas, Abel Ferreira explicou a estratégia adotada na vitória sobre o Fortaleza. Mesmo sem o capitão Gustavo Gómez, o treinador optou por manter o sistema com três zagueiros, improvisando o volante Emiliano Martínez no setor. O técnico ressaltou que a meritocracia continua sendo o pilar de sua gestão, citando a importância de manter o grupo focado e pronto para as diversas competições da temporada.
"Temos que ter mente aberta. Quero agressividade ofensiva do time", explicou Abel. O treinador reforçou que o elenco precisa estar preparado, pois o calendário é extenso e a rotatividade é necessária para manter a competitividade em alto nível, independentemente de quem inicie a partida.
O impacto dessas declarações deve reverberar nos próximos compromissos do Palmeiras, que busca manter a consistência tanto na Copa do Brasil quanto no Campeonato Brasileiro. A gestão de grupo e a blindagem contra narrativas externas serão fundamentais para que o clube mantenha o foco na busca por novos títulos nesta temporada.